O espetáculo é encenado por pessoas em situação de rua atendidas pelo Centro Pop – São Brás. É uma poesia visual que dialoga com a cultura popular e conta, com delicadeza, as dores e alegrias de quem está na rua.
O documentário retrata a realidade de Vaca Muerta, na bacia de Neuquén, na Argentina, onde comunidades enfrentam contaminação, tremores de terra e interferência em seus territórios — como ocorre com o povo indígena Mapuche — em decorrência da exploração de gás e petróleo por fracking (também conhecido como fraturamento hidráulico), técnica que injeta grandes volumes de água, areia e produtos químicos para fraturar a rocha e liberar o combustível.
O primeiro documentário mostra a geógrafa Larissa Bombardi em uma investigação urgente sobre o colonialismo químico que conecta o agronegócio brasileiro às decisões políticas da Europa. É um chamado para a ação por soberania alimentar, justiça ambiental e um futuro livre de venenos (agrotóxicos). O segundo curta é sobre o povo Khĩsêdjê, que cercado pelo agronegócio enfrenta a ameaça dos agrotóxicos e o dilema: permanecer no território e arriscar a saúde da comunidade ou abandonar a aldeia ancestral.
Uma roda de conversa sobre como a transparência e o acesso à informação podem ser ferramentas poderosas para a participação nas decisões climáticas e para revelar abusos que impactam o clima.
A atividade conecta cultura popular, justiça climática e sustentabilidade, apresentando o Carimbó como prática de bem viver. Inclui musicalização com maracas e instrumentos feitos de materiais reutilizados, valorizando ritmos regionais, oralidade e resistência cultural.
Bate-papo sobre participação política e climática nas Eleições 2026. Um espaço para debater quem decide o nosso futuro e como a sociedade pode cobrar, influenciar e ocupar os espaços de decisão sobre a crise climática.
A vivência artística une artes visuais, música e imaginação criativa para sensibilizar sobre a ação climática. Em quatro etapas, os participantes criam uma floresta simbólica com materiais reciclados, produzem sons inspirados na Amazônia e imaginam cenários para 2050, culminando em uma apresentação coletiva que promove diálogo, consciência e engajamento cultural.
Apresentação musical de boi-bumbá com 13 toadas, figurinos típicos e alegorias manipuladas pelo amo, incluindo cortejo pela praça. Reflexões sobre a crise climática aparecem nas falas do amo e nas letras das canções.